Na onda da sustentabilidade, vamos reproduzir aqui uma dica da Jornalista Giulliana Capello. Você sabia que pode utilizar materiais de construção usado? Isso mesmo. Antes de comprar materiais para a sua construção ou reforma, que tal visitar algumas lojas que vendem material usado? O reaproveitamento é, sem dúvida, um bom jeito de poupar a extração de matéria-prima para a fabricação de novos produtos e, de quebra, você economiza.

 

Nessas lojas é possível encontrar um pouco de tudo. Portas, janelas, pisos de madeira, tijolos, azulejos cerâmicos, bancadas de cozinha, painéis de vidro. Tem até mesmo aqueles vasos sanitários coloridos que fazem a gente voltar aos anos 50 e 60: do marrom e verde-abacate aos tons pastéis de rosa, azul e amarelo…

“Confesso que a primeira impressão não foi das melhores. A bagunça das coisas empilhadas – bem diferente de qualquer home center por aí – me fez achar que eu não encontraria nada de bom para comprar. Com paciência (vale a pena exercitá-la) consegui garimpar ótimas peças. Afirma a jornalista

“Lá em Piracaia tem uma loja assim. Dei prioridade ao lugar, para reduzir o custo financeiro e ambiental do frete. Menos petróleo consumido. Comprei 2 portas e 2 janelas para os quartos, 1 porta para o banheiro, um vitrô grande para a cozinha e uma porta grande, que será a da entrada principal. Tudo por R$ 1.300. Por esse valor, numa loja nova eu não compraria nem a porta da sala”. Afirma.

Você percebe que além da economia evidente, dar vida nova ao que iria para o lixo ajuda a reduzir a pegada ecológica da sua obra. E tem tantas outras coisas que podem ser reaproveitadas.., por exemplo, os acabamentos. Tijolos, telhas, pisos e azulejos cerâmicos. É possível criar mosaicos belíssimos com esses materiais. Toras de madeira cortadas em rodas finas viram caminhos de jardim e até um detalhe bonito no solo-cimento queimado da sala. Cruzetas e dormentes fazem batentes, decks, guarda-corpo, escada…

É só usar a criatividade. Material usado não é feio nem coisa de mau gosto. Só precisa mesmo de uma segunda chance. E o planeta agradece. Faça uma pesquisa na internet, por exemplo, e descubra quais são as lojas mais interessantes na sua cidade – e que sejam próximas à obra também.

 

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Quando nos indagamos sobre qual será o lugar ideal para se viver neste século XXI, surgem algumas questões.

De um lado, as novas tecnologias que facilitam as nossas vidas e nos colocam facilmente em contato com o mundo – e com todos no mundo. Utilizamos a mobilidade do sistema “wireless”, as videoconferências, os filmes digitais e as informações que permitem o lazer e o trabalho em qualquer ambiente (no ar-condicionado dos escritórios fechados ou sob as copas das árvores, ao ar livre).

Por outro lado, ainda almejamos o conforto e o equilíbrio tanto do corpo quanto da mente, tanto da razão quanto das emoções e dos sentidos; e, cada vez mais, almejamos o contato direto e constante com a natureza. A busca da “equação ideal” entre o trabalho e o descanso, entre os compromissos de negócios e o contato com a família e os amigos é uma constante na vida do homem atual. O objetivo é fugir do estressante caos urbano e alcançar na prática o tão falado conceito da qualidade de vida.

É por isso que, é importante desenvolver projetos paisagísticos que valorizam o lado mais sensitivo dos seres humanos, mas sem deixar de utilizar a tecnologia adquirida, o nosso lado racional. A idéia é respeitar e enaltecer a natureza no nosso cotidiano, no meio urbano, no lazer e no ambiente de trabalho para atingir um equilíbrio em nossas vidas.

Vejam o exemplo do projeto paisagístico desta residência no Guarujá.

Cores, formas e texturas da vegetação tropical nativa valorizam a preservação do ecossistema local. Foram introduzidas, também, algumas plantas que atraem pássaros e, assim, evocam a audição e a visão, estimulando os sentidos humanos.

O paisagismo que valoriza o uso da vegetação local contribui para conservação ambiental. O “green building”, por sua vez, passa pela utilização de energias alternativas, reciclagem de materiais e reuso da água para promover a sustentabilidade. Atento a esses conceitos, nosso escritório tem desenvolvido em todo Brasil projetos que buscam soluções compatíveis com nossa cultura, sociedade, orçamento e realidade.

Tambémé importante materiais que desempenham função ecológica, tais como: piso drenante com fibra de coco para minimizar enchentes; piso anti-impacto feito com pneu triturado para a prática de esportes; e um sistema composto por placas de plástico reciclado para irrigação natural do jardim por capilaridade.

Essas são técnicas que, além de desempenharem funções específicas, contribuem ecologicamente para a sustentabilidade do paisagismo em novos projetos e novos empreendimentos.

Mais informações: www.milassentos.com.br